A IA, pra mim, não é tecnologia. É uma ponte.
Entre o conteúdo difícil e quem precisa entender. Entre uma mãe que queria ajudar e ferramentas que tornaram isso possível. Entre uma criatividade guardada e um espaço onde ela finalmente pôde aparecer.
Entrar no Clube HNNY Conhecer a jornadaComeçou dentro de casa
Não foi por hype, nem por medo de ficar pra trás. Foi por uma necessidade muito concreta — e o resto aconteceu no caminho.
A necessidade
Minha filha tinha dificuldade quando o conteúdo vinha carregado, textual, longo. O problema não era esforço — era formato. Comecei a usar IA pra traduzir matéria em linguagem que chegasse nela: resumos, depois roteiros, personagens, histórias. Virou até um canal no YouTube.
A descoberta
No processo, percebi que aquelas ferramentas não serviam só pra resumir texto. Elas abriam espaço pra criatividade que estava guardada em mim. Nasceu o @hnny_ai: um território de experimentação com imagens, personagens, estética, humor.
O ofício
Hoje faço filmes com personagens de feltro e lã — coisas que antes pareciam depender de equipe, orçamento e mais umas dez desculpas socialmente aceitas para não começar. A IA não substituiu nada. Ela ampliou o que eu conseguia fazer.
Criar com IA não é pedir. É dirigir o impossível. A internet jura que basta um prompt — os nossos bastidores juram o contrário.
Por onde você quer atravessar?
Tem quem chegue pelos bonecos, quem chegue pelas dicas e quem chegue fugindo de manchete apocalíptica. Todas as portas dão no mesmo lugar.
O elenco de feltro
Vovós de novelo, monstros de crochê e spec ads que parecem caros. Cada filme com ficha técnica honesta: ferramentas, tentativas, tempo real.
Conhecer o elenco →Craft sem segredo
O que aprendi traduzindo conteúdo difícil pra linguagem acessível — agora aplicado à criação. Câmera, estilo, consistência de personagem. De graça e com piada.
Pegar uma dica →Um lugar pra voltar
Prompts completos, dicas, bastidores e ferramentas organizados no mesmo lugar. Sem instalar aplicativo e sem promessa de botão mágico.
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